sábado, 17 de julho de 2010

Jogo no PV é sinônimo de dificuldade? Mande a neura pra bem longe!





No Presidente Vargas, o balanço entre futebol apresentado e nível dos adversários estimula a impressão de que o time tem tido maiores dificuldades, especialmente para desbloquear retrancas, que no Amigão. Seja pela tão defendida tese de que as dimensões do campo são divergentes ou pela que diz que os jogadores trezeanos sofrem pressão, enquanto o psicológico do adversário permanece intacto.  

Um suposto campo menor, entretanto, dificulta os espaços para ambos os times. Aparentemente, uma vantagem para o visitante. Porém, se ele tem menos espaço, estará sujeito a errar mais passes e ter os contra-ataques bloqueados, o que significa mais posse de bola para o time da casa. E, quanto mais posse, mais oportunidades serão criadas. Em suma, a relação entre vantagens e desvantagens fica equilibrada.

Na verdade, sempre que o Treze tropeçar no PV, a culpa será atribuída a fatores excêntricos ao que ocorreu dentro de campo. A torcida procura justificar o revés e, por falta de análise do jogo, apela para argumentos ilógicos. E vale lembrar: em 2010, o aproveitamento alvinegro no Presidente Vargas é de 92% - contra 75% no Amigão.

Canhão do PV é a arma

Em 2010, em quase todos os jogos em que o Treze não apresentou bom futebol dentro de casa, o volante Pio, vice-artilheiro do time, não atuou. Ele esteve ausente diante de Atlético(0-0), Auto Esporte(2-1), Sousa(2-2) e Confiança(2-2).

Com seu potente arremate de longa distância, ele é peça fundamental no triunfo sobre retrancas. Se Cléo puxar a marcação para a ponta e um dos meias invadir a área, chamando um dos volantes adversários, haverá espaço no meio para a finalização.

No River Plate...

Desfalques do cabeça-de-área Daniel e do meia-armador Almir Sergipano, entregues ao Departamento Médico. O 3-5-2 deve ser mantido e as entradas de Alisson e Coringa promovidas.

Escalações prováveis:
Treze(4-2-2-2): Tony, Niel, Tiago Messias, Anderson, Cleidson; Pio, Fernando, Miltinho, Rone Dias; Cléo e Vavá. Técnico: Marcelo Vilar.
River Plate(3-5-2): Pablo, Gláuber Gomes, Fernando Belém, Wallace; Fabiano, Alisson, Fernando Pilar, Coringa, Piauí; Bibi e Taílson. Técnico: Nadélio Rocha.

Continua com a ideia de que o PV é a maior razão para a dificuldade do time vencer retrancas? Clique aqui e diga o porquê! 

3 comentários:

  1. Não dá para comparar os adversários que o Treze enfrenta no PV, com os que ele enfrenta no Amigão.

    Ganhar da timinhos minúsculos no PV é obrigação e mesmo diante deles o Treze tem dificuldades para vencer qdo o jogo acontece no PV.

    Sem mais.

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  2. Concordo, caro anônimo.

    O balanço entre nível dos adversários e aproveitamento é puramente uma justificativa que se equilibra. Ou seja, é a lógica da coisa: contra times menores, mais aproveitamento - o que deixa claro que o problema não é o campo de jogo.

    Ano passado, o Treze jogou a final do 1º turno no Amigão, precisando de uma vitória simples diante do Sousa. Perdeu. Três dias depois, na abertura do 2º turno, venceu o mesmo adversário. O que quero dizer é: é campo ou futebol que ganha jogo?

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  3. homi, time que é bom joga em qualquer lugar do mundo!!!!! o TREZE vai jogar em muito campo de pelada por ai, num tem nada que escolher campo de jogo nao!! TREZE F.C. acima de tudo!

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